sábado, 7 de abril de 2018

Escaravelho rinoceronte – Oryctes Nasicornis


Nikon D610
Nikon micro 105 f2.8 VR
1 flash em modo comando
2 flashs com difusores

Fotografado em estúdio, one shot

segunda-feira, 12 de março de 2018

Focus stacking



Stack de 120 fotos

Focus stacking



Stack de 60 fotos, feito em estúdio com carril programavél para focus stacking.
Nikon D610, fole de extenção, lente Nikkor 20mm invertida 2 flash SB910 1flash SB800
Focus Stacking

Focus stacking para uma maior profundidade de campo.

Esta é uma técnica que consiste em tirar várias fotografias com o foco em pontos diferentes, fotos estas que são posteriormente juntas no computador com um programa de edição que tenha a função para empilhar várias fotografias aproveitando apenas, em cada fotografia, a parte que está focada.
Nesta técnica podem ser usadas desde duas ou três fotografias até centenas.
Normalmente usa-se um empilhamento de muitas fotografias para objetos muito pequenos em que o aumento é muito grande, nestes casos tem de ser feito com um slider com controlador digital que permite tirar várias fotos em espaços iguais na ordem dos décimos de milímetro.
Uma coisa a ter em atenção é a iluminação, pois quanto maior é o aumento maior é a perca de luz, este é uma parte da qual falarei mais tarde, iluminação e lentes para aumentar.
Para os grandes aumentos com muitas fotos conseguem-se melhores resultados em estúdio.



domingo, 23 de agosto de 2015

Fotografado com barreira de infra vermelhos


Ambas as fotos: Nikon D200 Nikon Micro 105 2.8 3 Flashs Nikon SB900








sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Milky Way

Via Láctea

Foto da Via Láctea, esta é uma montagem de seis fotografias, apesar de ter sido fotografada com uma lente de 20mm 2.8 em Full-Frame a sua extensão obriga a várias fotografias.
Junto ao horizonte é visível a poluição luminosa apesar de ser longe de grandes centros.
Esta montagem é de 180º usei uma Nikon D610 a 3200 ISO e 20seg. de exposição cada fotografia.
Usei uma cabeça panorâmica instalada no tripé.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Filtros ND


Como usar e em que situações.

Os filtros mais comuns para as lentes são os de rosca, estes roscam directamente na lente, são mais pequenos porque são do diâmetro da lente e normalmente de vidro que apesar de ficarem mais pesados são mais resistentes, no entanto estes filtros só dão em lentes com aquele diâmetro de rosca.
Existem também os suportes de filtros, tipo Cokin P, Cokin Z e os LEE, que permitem usar os mesmos filtros em lentes diferentes.

Os filtros de densidade neutra retiram luz á fotografia sem influenciar as cores.

Estes filtros permitem usar diafragmas maiores e velocidades mais baixas, actualmente usa-se muito os filtros de plástico quadrados ou rectangulares, tipo Cokin Z, Cokin P ou LEE, estes estão disponíveis em ND integral ou gradual, existem também no mercado filtros idênticos a estes, de marca branca, mas devemos no entanto testar pois a maioria são de fraca qualidade e em alguns casos alteram a cores da imagem, os graduais são metade escuro metade claro e servem para escurecer uma parte da imagem quando existe uma grande diferença de luz, por exemplo em um pôr-do-sol, assim podemos anular esta diferença.

Sem filtro


Com filtro gradual ND4

Os filtros de 100mm (tipo Cokin Z) são indicados para o sistema full-frame pois evitam o vinhetado

No tema paisagem podem ver alguns exemplos.
São fáceis de usar e tem a vantagem de o mesmo filtro funcionar em todas as lentes que temos.

Utilização de filtro de 100mm em sistema full-frame

sábado, 17 de janeiro de 2015

Chapim-real Parus major




O Chapim-real é uma ave que habita em zonas florestadas de todo o género desde pinhais a matas.
É uma ave tímida, por isso não permite uma grande aproximação.
Para a fotografar de perto pode-se fazê-lo de modo camuflado mas eu optei por construir um ninho que foi pendurado em um muro alto durante o inverno, na primavera já o chapim estava a fazer o seu ninho lá dentro, a forma que escolhi para fotografar foi posicionar a máquina perto da entrada camuflada e accionada por controlo remoto, por forma a fotografar o chapim à entrada do ninho, todo este trabalho e espera teve a vantagem que também consegui fotografar as crias do chapim.
O material que usei foi uma Nikon D610 um flash SB910 e uma 70-300VR


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Fotografia submersa





Como se faz, Fotografia semi-submersa

Para começar é preciso um aquário, eu usei um que eu próprio construi, e que uso para outras fotografias que podem ver aqui, os aquários que se compram também dão para este efeito no entanto são demasiado frágeis, por isso o que eu construi é feito de vidro mais grosso que o normal e tem proteção nas esquinas para o caso de bater em alguma pedra ter mais resistência.
A vantagem de usar um aquário em vez de uma caixa estanque é que se consegue ver mais definida a linha de água, pois a lente está mais afastada do vidro.
Existem no entanto alguns pormenores a ter em consideração e o primeiro deve-se ao facto da diferença de luz entre a parte de cima da fotografia e a parte de baixo ser muito grande, para eliminar essa diferença tive de recorrer aos filtros GND da Cokin, neste caso usei dois graduais, ND2 e ND8 assim consegui uma exposição equilibrada entre a parte de cima e a de baixo, também pode ser usado um flash para iluminar dentro de água, mas isso requer outros meios adicionais para instalar o flash dentro de água.
Depois de a máquina estar instalada dentro do aquário e devidamente segura, é necessário um cabo disparador, eu instalei o meu no topo do aquário de forma a conseguir disparar e segurar no aquário ao mesmo tempo.
Muito importante também é revestir o interior do aquário com cartolina preta para evitar os reflexos, apenas fica a descoberto a frente da objetiva e na parte de trás o mínimo para se ver o LCD, o ideal é usar uma máquina com live-view pois facilita muito a composição e acima de tudo posicionar o nível da água, eu optei por usar a minha “velhinha” Nikon D200 que não tem live view mas ligando a revisão das imagens consigo ver o que vou fotografando, assim em caso de acidente o prejuízo é minimizado.
O foco da lente deve estar em manual e ajustado de forma que a paisagem em cima e em baixo não fiquem desfocadas, pois em auto seria difícil a máquina focar.
Depois de tudo pronto é hora de entrar na água, com cuidado pois o aquário não é uma caixa estanque, devemos procurar sítios bem iluminados e se possível apanhar alguns peixes na foto, o que não é fácil.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

terça-feira, 13 de maio de 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Como se faz





Como se faz!

Vou dar uma breve explicação de como fiz esta fotografia.

Em primeiro capturei várias rãs num rio perto, com os devidos cuidados para não causar danos nelas, esta parte por vezes é tão difícil como tirar a fotografia.
De referir que esta foto só foi possível graças à barreira de infravermelhos que eu construi e que uso neste tipo de fotografia.
Foi preciso um aquário, pode ser usado um aquário normal de peixes, eu preferi construir o meu próprio aquário pois no mercado não encontrei um com as medidas que eu queria, então mandei cortar o vidro com as medidas desejadas e fiz o aquário.
Depois de ter a rã e o aquário cheio de água, chega a hora de instalar todo o material, usei uma Nikon D200 com uma lente micro 105mm f2.8 instalados em um tripé.
Na iluminação usei 3 flash’s, todos em manual e comandados a partir da máquina usando a função CLS da Nikon.
A iluminação tem de ser cuidadosamente posicionada pois estamos a fotografar em frente a um vidro e se não houver um ensaio prévio em cima da rã vamos ver o fotografo a disparar a máquina, usei também alguns reflectores.
A barreira foi colocada abaixo do nível de água de forma a acionar o obturador da máquina depois da rã já estar dentro de água.
Depois de tudo isto é só fazer com que a rã salte para a água, as primeiras vezes é fácil, pois é o instinto delas, depois começa a ser mais difícil, então é ai que temos de dar algum descanso á estrela da fotografia.